Descrição
O livro argumenta que o trabalho escravo moderno na Amazônia não é um vestígio do passado, mas sim parte integrante do desenvolvimento econômico moderno do Brasil. Descreve como a "modernização" da fronteira amazônica — impulsionada pela pecuária em larga escala, exploração madeireira e mineração — depende de um sistema de servidão por dívida para desmatar vastas áreas de floresta tropical a baixo custo.