Descrição
A autora defende a tese de que a floresta amazônica é um "paraíso falso": embora pareça exuberante, possui solos pobres e recursos limitados que impõem um teto rígido ao desenvolvimento das sociedades humanas. Para Meggers, as culturas indígenas da região não seriam "atrasadas" por falta de inteligência, mas sim o resultado de uma adaptação perfeita e necessária a um ecossistema frágil, que impede o surgimento de grandes civilizações estratificadas ou densamente povoadas.