Descrição
O autor traz a crítica profunda ao utilitarismo e ao materialismo histórico, desafiando a ideia de que a cultura humana é apenas um subproduto de necessidades biológicas ou forças econômicas. O autor argumenta que a "razão prática" não precede a cultura; pelo contrário, é a cultura que define o que é útil, comestível ou valioso, organizando a experiência material por meio de um sistema de significados simbólicos.