Descrição
A obra analisa a insurreição zapatista de 1994 sob uma lente antropológica, conectando o levante político do EZLN às profundas raízes históricas e cosmológicas dos povos maias. A autora explora como a busca por justiça e dignidade não é apenas uma reação à marginalização econômica moderna, mas uma manifestação da resistência cultural e espiritual de comunidades (como os Tzeltal) que utilizam sua própria tradição para confrontar o Estado e reafirmar sua existência diante de séculos de opressão.