Descrição
Obra fundamental da antropologia política latino-americana que discute a autonomia e o direito à autodeterminação dos povos originários. O autor analisa as estruturas de dominação colonial e propõe modelos de gestão próprios (políticos, econômicos e culturais) que permitam às comunidades indígenas gerirem seu destino sem a tutela estatal ou missionária. É um texto chave para o estudo do indigenismo militante e da libertação cultural na América Latina.